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THEFOCUS
TF-03

Fusões, aquisições e integração

Transações são precificadas com base em um business case operacional. Construímos os sistemas, dados e processos de que esse business case depende e medimos se ele se concretiza.

Nossa perspectiva

O trabalho de fusões, aquisições e integração na THEFOCUS abrange o lado operacional de uma transação: definir o que a empresa precisa que um negócio entregue, integrar ou separar sistemas, dados e processos, planejar e acompanhar a criação de valor após o fechamento, governar alianças e preparar os registros e as operações de uma empresa para a venda. Não avaliamos empresas nem aconselhamos sobre comprar ou vender. Construímos os sistemas que tornam real o business case operacional.

Os problemas de integração costumam ser visíveis antes da assinatura e precificados depois dela. O business case da transação supõe que as duas empresas vão compartilhar uma base de clientes, um armazém ou um pacote de relatórios, sem que ninguém tenha verificado se seus códigos de produto, cadastros de clientes e planos de contas podem ser unificados. Após o fechamento da transação, o primeiro fechamento contábil mensal leva semanas, dois conjuntos de números de receita divergem e os benefícios aprovados pelo conselho são reportados como percentual de uma linha de base que ninguém consegue reproduzir.

Começamos pelos registros dos dois lados. Antes do planejamento da integração, mapeamos como cada empresa registra pedidos, clientes, produtos, custos e pessoas, e onde esses registros vão colidir. O plano de integração é então construído em torno das ligações que precisam funcionar no primeiro dia, como faturamento, dados para a folha de pagamento, relatórios e comunicação com clientes, e as migrações maiores de sistemas são sequenciadas depois delas. Cada benefício do business case da transação é vinculado a um registro contábil ou operacional, com uma linha de base levantada antes de qualquer mudança.

A mesma equipe planeja a integração, constrói as migrações de dados, as integrações e os relatórios, e acompanha o valor em relação à linha de base. Parceiros com profundidade em plataformas, mercados ou setores específicos entram a cada transação. Avaliação, assessoria na transação e trabalho jurídico e tributário ficam com os assessores regulamentados do cliente, e trabalhamos ao lado deles para que as evidências operacionais e os documentos da transação descrevam a mesma empresa.

Desafios de negócio

  1. 01

    Um business case operacional que ninguém testou contra os sistemas

    O business case da transação supõe clientes compartilhados, fulfillment compartilhado ou um único pacote de relatórios. Se os cadastros de produtos, clientes e contas das duas empresas podem ser unificados só se descobre após o fechamento.

  2. 02

    Lacunas no básico logo no primeiro dia

    Faturas saem pela entidade errada, os dados da folha de pagamento chegam em dois formatos e os clientes recebem mensagens contraditórias, porque o plano de integração se concentrou no modelo operacional-alvo e deixou as primeiras semanas ao acaso.

  3. 03

    Benefícios que não podem ser rastreados

    Economias e ganhos de receita são reportados em relação a uma linha de base que nunca foi fixada, de modo que o conselho não consegue saber se a transação está entregando o que aprovou.

  4. 04

    Separações que deixam o vendedor exposto

    Um carve-out deixa sistemas, dados e contratos compartilhados emaranhados por meses, com acordos de serviços de transição que ninguém precificou e sem plano para encerrá-los.

  5. 05

    Vendas atrasadas pelo estado dos registros

    Os compradores pedem a receita por cliente, produto e mês, e a empresa não consegue apresentar números que fechem com sua própria contabilidade. As perguntas se multiplicam e o cronograma escorrega.

Nossa abordagem

  1. Mapear os dois lados a partir dos registros

    Analisamos como cada empresa registra pedidos, clientes, produtos, custos e pessoas, e apontamos onde esses registros colidem antes de planejar a integração ou a separação.

  2. Garantir o primeiro dia e depois sequenciar o resto

    Faturamento, dados para a folha de pagamento, relatórios, comunicação com clientes e acessos passam a funcionar no fechamento. As migrações maiores de plataforma vêm em seguida, em uma ordem definida por dependência e benefício.

  3. Fixar a linha de base antes de qualquer mudança

    Cada benefício do business case da transação é vinculado a um registro contábil ou operacional, e sua linha de base é levantada no fechamento, com uma regra de contagem acordada com a área financeira.

  4. Construir e migrar com a mesma equipe

    Migração de dados, integrações, relatórios e mudanças de processo são construídos pela equipe que os planejou, com parceiros escolhidos para as plataformas e os mercados envolvidos na transação.

  5. Trabalhar ao lado dos assessores regulamentados

    Questões de avaliação, de assessoria na transação, jurídicas e tributárias ficam com os assessores do cliente. Fornecemos evidências operacionais e alinhamos o plano de integração aos documentos da transação.

Como os resultados são avaliados

  • Itens de prontidão para o primeiro dia funcionando no fechamento
  • Benefícios realizados em relação à linha de base levantada no fechamento, por registro de origem
  • Tempo até o primeiro fechamento mensal consolidado
  • Acordos de serviços de transição encerrados em relação ao plano
  • Conciliação entre os registros operacionais e a contabilidade em cada período

Limites do escopo

  • Não prestamos assessoria de investimentos, avaliações ou fairness opinions, e não recomendamos comprar, vender ou investir em uma empresa.
  • Não elaboramos relatórios de due diligence para credores ou investidores. Quando um comprador ou vendedor precisa de informações operacionais, ajudamos a empresa a produzir registros precisos; a opinião de due diligence cabe aos assessores contratados para isso.
  • Não prestamos assessoria jurídica ou tributária. Estruturas, contratos e posições fiscais cabem aos assessores do próprio cliente, e trabalhamos ao lado deles.
  • Não prometemos resultados de transações. Os planos de integração e de criação de valor definem de antemão quais indicadores mostrarão o avanço.

Áreas de atuação relacionadas

Como começa um projeto com a THEFOCUS

A primeira conversa trata da sua situação. Se houver aderência, propomos um diagnóstico com escopo definido e entregável fixo antes de qualquer compromisso maior.

Conversar sobre este tema
  1. 01

    Uma conversa de trabalho

    Quarenta e cinco minutos com a pessoa que conduziria o trabalho. Perguntamos sobre a decisão, os sistemas por trás dela e o prazo.

  2. 02

    Um diagnóstico com escopo definido

    Acesso somente leitura, prazo fixo e uma conclusão por escrito: o que os registros mostram, quanto isso custa e o que mudar primeiro.

  3. 03

    Um plano pronto para execução

    Mudanças, responsáveis, indicadores e exclusões por escrito. Em seguida, a mesma equipe implementa e mede, ou faz uma transição organizada.

Uma única equipe responsável
Quem faz o diagnóstico também constrói os sistemas e mede o resultado.
Parceiros escolhidos para cada problema
Especialistas independentes atuam nas partes que exigem sua participação, sob um único contrato.
Registros antes de dashboards
Pedidos, livros contábeis e logs são conciliados antes que qualquer recomendação dependa deles.

info@thefocus.solutions

Perguntas que os executivos fazem

Vocês aconselham sobre quais empresas comprar ou quanto pagar?

Não. Não prestamos assessoria de investimentos, avaliações, fairness opinions nem recomendações sobre transações. Nosso trabalho é o lado operacional: integração, separação, planejamento da criação de valor, governança de alianças e preparação de sistemas, dados e operações para o desinvestimento.

Quando devemos envolver vocês em uma transação?

Antes da assinatura, sempre que possível, para que as premissas operacionais do business case da transação sejam testadas contra os sistemas das duas empresas. Também assumimos integrações e separações já em andamento.

Vocês elaboram relatórios de due diligence?

Não. Não redigimos relatórios de due diligence para credores ou investidores. Ajudamos uma empresa a deixar seus registros, relatórios e processos em condições de produzir números precisos e consistentes.

Quem mais participa ao lado da THEFOCUS?

Os assessores de finanças corporativas, jurídicos e tributários do cliente conduzem a transação. Parceiros especializados escolhidos para a transação podem se juntar a nós em plataformas, mercados ou setores específicos, e a THEFOCUS continua responsável pelo trabalho operacional.

Vocês trabalham com investidores, além de empresas?

Sim. Trabalhamos com proprietários e investidores no planejamento da criação de valor e na integração após o fechamento, e com equipes de gestão na preparação para o desinvestimento. Não aconselhamos sobre decisões de investimento.

Quais sistemas vocês costumam integrar ou separar?

Plataformas de comércio, sistemas contábeis, CRM, contas de analytics e de anúncios, relatórios, pipelines de dados e software sob medida. Parceiros entram para plataformas corporativas específicas quando é necessária mais profundidade.

Conversar sobre este tema

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