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THEFOCUS
TF-01

Estratégia e finanças corporativas

Definimos a estratégia a partir do livro contábil e da carteira de pedidos e permanecemos para construir os relatórios e sistemas que mostram ao conselho se ela está funcionando.

Nossa perspectiva

Na THEFOCUS, estratégia e finanças corporativas abrangem onde uma empresa estabelecida compete, como ela aloca capital entre mercados, produtos e iniciativas e como se prepara para condições que não controla. Construímos a resposta a partir de pedidos, livros contábeis e registros de custos conciliados, organizamos as decisões em sequência, com responsáveis e indicadores, e depois construímos os relatórios e sistemas operacionais que mostram se cada decisão está dando retorno.

A maior parte dos trabalhos de estratégia dá errado antes do primeiro workshop, porque os números de partida não batem entre si. A receita por canal vem de plataformas de anúncios que reivindicam, cada uma, a mesma venda. A margem de contribuição vive em uma planilha mantida por uma única pessoa. A rentabilidade por mercado é calculada antes da alocação de devoluções, tarifas de pagamento, impostos de importação e custos de fulfillment. Uma decisão de portfólio tomada com esses números desloca capital para a parte da empresa que melhor sabe reportar a si mesma.

Começamos pelos registros. Antes de avaliar qualquer opção, reconstruímos a receita e a contribuição por mercado, produto, canal e cliente a partir do sistema de pedidos e do livro-razão, e documentamos cada número que não concilia e o motivo. As escolhas que se seguem costumam ser menos numerosas do que o briefing previa, e o conselho consegue rastrear cada uma delas até uma linha do livro contábil, e não até um slide.

A mesma equipe constrói em seguida aquilo de que a estratégia depende: o P&L por mercado que a acompanha, as configurações de preços e de mercados que a sustentam e o modelo de cenários que permite tomar a próxima decisão de capital em dias, e não em um trimestre. Parceiros especializados entram conforme o projeto, como um assessor local para a entrada no Golfo ou um especialista em modelagem para um grupo com várias entidades, e a THEFOCUS continua responsável pelo programa como um todo.

Desafios de negócio

  1. 01

    Mercados que parecem lucrativos até que todos os custos sejam contados

    Um país ou canal apresenta uma receita saudável e passa a dar prejuízo quando se alocam a ele devoluções, frete internacional, impostos de importação, tarifas de pagamento e o custo de aquisição de cada cliente. Poucas empresas têm essa visão por mercado, e o prejuízo acaba financiado silenciosamente pelos mercados que funcionam.

  2. 02

    Capital alocado pelo orçamento do ano anterior

    Os orçamentos são renovados como o ano anterior mais um percentual por departamento. Iniciativas que deixaram de dar retorno mantêm o financiamento porque não há um critério comum que as compare com os novos pedidos que disputam o mesmo dinheiro.

  3. 03

    Estratégias sem caminho até os sistemas

    O plano cita novos segmentos, preços ou mercados, enquanto a plataforma de comércio, o CRM e o pacote mensal de relatórios continuam como estavam. Em um trimestre, a operação e o plano descrevem duas empresas diferentes.

  4. 04

    Cenários escritos uma vez e nunca acionados

    O trabalho de cenários é um documento narrativo sem pontos de acionamento. Quando uma tarifa, uma taxa de câmbio ou o país de um fornecedor muda, ninguém combinou antes o que a empresa fará, e a resposta é improvisada sob pressão.

  5. 05

    Crescimento que a operação não consegue atender

    A demanda chega de países para os quais a empresa não consegue enviar, faturar ou dar suporte, ou um novo canal é aberto antes que preços, estoque e atendimento estejam prontos. O custo aparece depois, em checkouts abandonados, reembolsos e reclamações.

Nossa abordagem

  1. Conciliar antes de decidir

    O diagnóstico é feito com acesso somente leitura ao sistema de pedidos, ao livro contábil, às contas de anúncios e ao analytics. Cada número traz seu período e sua fonte. Quando um número não pode ser lido, o relatório diz isso, em vez de estimá-lo.

  2. Testar as explicações que a empresa já tem

    Os briefings costumam chegar com uma causa já atribuída, como a queda de vendas creditada a um concorrente ou a um corte na publicidade. Testamos cada explicação com base nos registros antes de construir sobre ela e dizemos com clareza quando os dados não a sustentam.

  3. Fazer menos escolhas, na ordem certa

    Cada decisão é registrada com seu responsável, o capital de que precisa, o indicador que a avaliará e uma data de revisão. O plano também indica o que a empresa deixará de fazer, que em geral é de onde vem o capital para o novo trabalho.

  4. Construir os instrumentos de que a estratégia precisa

    A equipe que escreveu o plano constrói o P&L por mercado, o relatório gerencial, o modelo de cenários e as alterações de sistemas das quais as decisões dependem, com parceiros especializados quando o trabalho exige.

  5. Revisar em relação à linha de base original

    O progresso é lido nas mesmas fontes e com as mesmas convenções de datas do diagnóstico, de modo que uma variação possa ser atribuída a uma decisão, e não a uma mudança na forma de contar o número.

Resultados de clientes

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Como os resultados são avaliados

  • Contribuição por mercado, produto, canal e cliente após devoluções, fulfillment, tarifas de pagamento e custo de aquisição
  • Percentual do capital discricionário realocado entre iniciativas em cada revisão, com o motivo registrado de cada realocação
  • Decisões da estratégia levadas a um sistema em produção, com a data de cada alteração
  • Diferença entre os números do pacote do conselho e o livro contábil de onde são extraídos
  • Tempo necessário para rodar novamente o modelo de cenários quando um dado de entrada, como uma tarifa ou uma taxa de câmbio, muda

Limites do escopo

  • Não prestamos assessoria regulamentada em finanças corporativas, não estruturamos nem assessoramos transações e não avaliamos empresas ou ações para fins de transação. Quando uma decisão exige isso, formulamos a questão e trabalhamos ao lado dos assessores de finanças corporativas, jurídicos e tributários do cliente.
  • O trabalho financeiro consiste em informações gerenciais, análises e modelagem construídas sobre as próprias contas do cliente. Não é auditoria independente das demonstrações financeiras, recomendação de investimento nem serviço contábil que exija registro.
  • Não prometemos resultados comerciais. Cada plano define antecipadamente quais indicadores mostrarão se uma decisão funcionou.

Áreas de atuação relacionadas

Como começa um projeto com a THEFOCUS

A primeira conversa trata da sua situação. Se houver aderência, propomos um diagnóstico com escopo definido e entregável fixo antes de qualquer compromisso maior.

Conversar sobre este tema
  1. 01

    Uma conversa de trabalho

    Quarenta e cinco minutos com a pessoa que conduziria o trabalho. Perguntamos sobre a decisão, os sistemas por trás dela e o prazo.

  2. 02

    Um diagnóstico com escopo definido

    Acesso somente leitura, prazo fixo e uma conclusão por escrito: o que os registros mostram, quanto isso custa e o que mudar primeiro.

  3. 03

    Um plano pronto para execução

    Mudanças, responsáveis, indicadores e exclusões por escrito. Em seguida, a mesma equipe implementa e mede, ou faz uma transição organizada.

Uma única equipe responsável
Quem faz o diagnóstico também constrói os sistemas e mede o resultado.
Parceiros escolhidos para cada problema
Especialistas independentes atuam nas partes que exigem sua participação, sob um único contrato.
Registros antes de dashboards
Pedidos, livros contábeis e logs são conciliados antes que qualquer recomendação dependa deles.

info@thefocus.solutions

Perguntas que os executivos fazem

O que um projeto de estratégia com a THEFOCUS entrega?

Um diagnóstico escrito em que cada número tem data e fonte, um conjunto curto de decisões em sequência, com responsáveis e indicadores, e os relatórios que vão acompanhá-las. Quando as decisões exigem alterações de sistemas, a mesma equipe pode implementá-las.

Por que começar pelo sistema de pedidos e pelo livro contábil, e não pelos dashboards existentes?

Os dashboards são construídos a partir dos registros e herdam seus erros, muitas vezes acrescentando outros por meio de regras de atribuição e filtros. Conciliar os registros primeiro faz com que a estratégia se apoie em números que a equipe financeira reconhece e pode auditar.

Vocês assessoram aquisições, captações de recursos ou avaliações?

Não. Não prestamos assessoria regulamentada em finanças corporativas nem avaliamos empresas para fins de transação. Preparamos as evidências operacionais e financeiras de que o conselho precisa para essas decisões e trabalhamos ao lado dos assessores autorizados a prestar esse tipo de assessoria.

Em quais regiões vocês atuam?

Já trabalhamos com organizações no Reino Unido, na Turquia, na Austrália, nos Estados Unidos e no Golfo. Questões específicas de cada mercado, como registro tributário local ou idioma, ficam a cargo de parceiros escolhidos para aquele mercado.

Quanto tempo leva um diagnóstico?

Depende do número de entidades, mercados e sistemas envolvidos e da rapidez com que o acesso somente leitura é concedido. O escopo escrito define as perguntas, as fontes de dados e o cronograma antes do início do trabalho.

Podemos parar depois da estratégia e implementá-la nós mesmos?

Sim. O diagnóstico, o registro de decisões e o programa ficam com vocês. Cada decisão traz a evidência que mostrará que foi concluída, para que uma equipe interna possa conduzi-la sem nós.

Conversar sobre este tema

Alguns dados nos ajudam a encaminhar sua solicitação ao parceiro certo. Os campos marcados como opcionais podem ficar em branco.